"Apresento isto como uma tese a ser examinada por aqueles que gostam de generalizações precipitadas que, de longe, a maior parte dos maiores escritores e artistas despontaram numa atmosfera de fervilhamento, animação e liberdade dos cuidados econômicos sentida pela classe governante, e que é gerada pela inflação de lucros."
Adoro generalizações precipitadas. O que o mestre Keynes disse foi que apenas num momento de prosperidade econômica é que temos o surgimento dos maiores escritores e artistas. Dependem, eles e os que os patrocinam, especialmente da "liberdade dos cuidados econômicos sentida pela classe dominante". Só há arte com o crescimento excepcional do PIB. Prevejo, generalizador que sou, um período de vacas magras para as artes nos próximos anos até que uma verdadeira política keynesiana seja aplicada à Europa e aos Estados Unidos. Não o salvamento de bancos, mas o salvamento da produção física de mercadorias, da indústria e do comércio.
p.s.- Não acreditaria num economista que não soubesse dançar:
Lydia Lopokova e John Maynard Keynes

Nenhum comentário:
Postar um comentário